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sábado, 22 de outubro de 2011

Pare Angra 3




Voluntários,

A nossa participação é necessária também na divulgação pelas redes sociais

Informar as pessoas sobre o projeto de lei que está tramitando no Senado e que pretende alterar o Código Florestal brasileiro é fundamental.
 
Algumas personalidades importantes da classe artística como: Marcos Palmeira, Wagner Moura, Gisele Bündchen entre outros, e renomados estudiosos ambientais, gravaram depoimentos pedindo aos Senadores que rejeitem as mudanças que desfiguram o Código e que podem abrir caminho para novos desmatamentos.

Cada personalidade gravou seu próprio vídeo com câmeras caseiras ou celulares e podem ser vistos aqui. Além disso, os vídeos poderão ser enviados diretamente para os Senadores.

A participação das pessoas é fundamental para que os representantes políticos que elegemos saibam que todos estão de olho na atuação deles e que deles será cobrado que votem pela proteção de nossas florestas e pela preservação dos recursos naturais para estas e as futuras gerações.

Divulgue  e Assine a petição pedindo que as pessoas enviem suas mensagens de descontentamento com as alterações propostas no projeto de lei. Além disso, todos também podem ajudar espalhando a hashtag #codigoflorestal no Twitter e compartilhando o link da petição em seu perfil nas redes sociais.

de Márcio Astrini
Coordenador da campanha da Amazônia

Greenpeace

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Redução de gelo no Ártico causa migração de espécies para o Atlântico


Segundo pesquisa, algumas espécies do Pacífico foram para o Atlântico.
Estudiosos estão preocupados com a transformação da biodiversidade.
Redução de gelo no Ártico faz ursos polares começarem a nadar com os filhotes nas costas
Algumas espécies procedentes do Oceano Pacífico, entre elas uma alga microscópica e a baleia-cinzenta, migraram ao Atlântico por meio do Ártico devido à redução da camada de gelo que formou um corredor marinho pelas águas do norte, revela um estudo europeu publicado na revista científica ‘Nature’.
Os autores do texto constataram a migração da espécie de plâncton ‘Neodenticula seminae’, considerada extinta no Atlântico Norte há 800 mil anos, o que representa uma alteração da cadeia alimentar marinha.
Embora esta alga microscópica seja fonte de alimento, sua detecção no Atlântico não foi bem recebida pelos cientistas responsáveis pelo projeto Clamer, uma parceria de 17 instituições marinhas de dez países europeus. Eles alertam que qualquer impacto na base da cadeia alimentar poderia, da mesma forma que um terremoto, modificar a atual vida marinha.
Essa descoberta representa “a primeira prova de uma migração por meio do Ártico em tempos modernos” relacionada ao plâncton, segundo os cientistas da Fundação para a Ciência Oceânica Alister Hardy, do Reino Unido.
Biodiversidade
Os especialistas advertem que uma mudança deste tipo pode transformar a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas aquáticos do Ártico e do Atlântico Norte.
Além da ‘Neodenticula seminae’, o texto indica a presença da baleia-cinzenta no litoral da Espanha e de Israel, uma espécie extinta do Atlântico há três séculos, possivelmente devido ao excesso de caça.
Segundo a pesquisa, os cientistas acreditam que a redução da camada de gelo no Ártico permitiu que a baleia passasse do Pacífico ao Atlântico Norte e chegasse, em seguida, ao Mar Mediterrâneo.
“As migrações são um exemplo de como as condições produzidas pela mudança climática fazem com que as espécies se movimentem ou mudem de comportamento, levando a modificações em ecossistemas que hoje são claramente visíveis”, afirmou o coordenador do projeto Clamer, Carlo Heip, diretor-geral do Real Instituto de Pesquisa Marinha da Holanda.
O estudo destaca que alguns crustáceos microscópicos denominados copépodes também estão usando o ‘corredor’ migratório e ameaçam a provisão de peixes difundidos na culinária internacional, como o bacalhau, o arenque e o carapau.
Segundo a pesquisa, os impactos da migração de copépodes são evidentes, já que a modificação na vida do plâncton está relacionada à queda das reservas de peixes e, consequentemente, de pássaros do Mar do Norte, que se alimentam deles.
A movimentação dos novos crustáceos faz com que as águas do Atlântico e do Mar do Norte se tornem mais temperadas. Em decorrência, uma variedade de copépode denominada “Calanus finmarchicus”, rica e crucial fonte de óleo na região, acaba substituída pela chegada de outras espécies menores e menos nutritivas.
“Mas o maior impacto é claramente negativo, e o alcance da mudança é potencialmente tão grande que, em seu conjunto, constitui um forte sinal de advertência”, adverte Carlo Heip.
fonte: G1

sexta-feira, 18 de março de 2011

E Porto Alegre não poderia ficar de fora

Na luta contra uma energia perigosa e desnecessária, estaremos neste domingo batendo um papo com todos os interessados.

Esperamos por você!