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sábado, 30 de abril de 2016

Bailarinas Verdes


O Grupo de Voluntários do Greenpeace de Porto Alegre, representado pelo Projeto Escola, realizou um encontro muito especial com as jovens bailarinas do Studio Samanta Ballet e Dança, da capital.
Estavam presentes ao bata-papo sobre respeito ao meio ambiente, 15 alunas e seus respectivos responsáveis. A professora Samanta Medina, responsável pelo convite para falar com a gurizada também estava presente à palestra.
Durante a conversa com as crianças, o voluntário Valdeci C. de Souza falou sobre a importância da preservação ambiental e práticas sustentáveis na rotina diária.

Todo o diálogo com as jovens e seus responsáveis, era precedido com vídeos de animação sobre vários temas como reciclagem, racionamento de água, preservação da floresta, respeito aos animais e como cada um pode diminuir as emissões de gases do efeito estufa e reverter o aquecimento global.
As meninas riram com aluns vídeos, ficaram impressionadas com outros (principalmente sobre o que os adultos fazem contra a natureza e a maldade com os animais). Cada vídeo de animação, causava um grande debate e todas queriam participar e fazer perguntas e dar exemplos do que fazer para cuidar da natureza e o que não fazer de ruim para o planeta.
A jovem Amanda, depois de assistir o vídeo que falava sobre a importância da preservação da floresta amazônica, disse:

"As árvores são importantes porque elas nos dão ar pra gente respirar!"

Depois da palestra, as meninas receberam brindes pela participação e por mostrarem que estão em sintonia com a natureza e preocupadas com o futuro, delas próprias, e das próximas gerações.

Para acessar o álbum de fotos, clique AQUI!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Palestra no Colégio Estadual Ruben Berta

Texto: Valdeci C. de Souza 

Palestra para duas turmas do Primeiro Ano do Ensino Médio  do Colégio Estadual Ruben Berta 
Nesta Sexta-Feira (17/08), O Grupo de Voluntários do Greenpeace Porto Alegre, através do seu GTEscola, ministrou mais uma palestra com a temática "Mudanças do Clima". O encontro desta Sexta-Feira de um dia de verão de 31ºC em pleno inverno do mês de agosto ocorreu em razão do convite da Professora Kelly Espíndola do Colégio Estadual Ruben Berta (Av. Saturnino de Brito, 1.400 - Vila Jardim, Porto Alegre, RS.).

Por problemas de conflitos de agendas, a dupla formada pelos voluntários Linda Roveda e Valdeci C. Souza, que até a presente data vinham ministrando estas palestras em dupla, teve uma pequena alteração na dinâmica de apresentação com a ausência da palestrante Linda. 

A preocupação dos alunos com a reciclagem 
De qualquer forma, a palestra ministrada pelo voluntário Valdeci ocorreu sem maiores dificuldades e tudo saiu conforme o esperado. Segundo declarações dos professores presentes, as expectativas foram superadas e foi possível transmitir a mensagem de conscientização ambiental aos alunos do Colégio Estadual Rubem Berta. 

A palestra ocorreu das 8h30 às 10h e contou com a presença de duas turmas do primeiro ano do ensino médio num total de aproximadamente 50 alunos. Assistiram a palestra multimídia, além dos alunos, a Vice Diretora Ivalcir, a Supervisora Carmen e as professoras Cláudia e Kelly Espíndola. 

Colaboraram para a realização deste evento a Professora Gisele, que auxiliou o voluntário na parte técnica (instalação de projeção e som) bem como a disponibilização de uso do auditório e a Professora Kelly que fez algumas  fotos que ilustram esta matéria. A ambas o GTEscola do Greenpeace Porto Alegre agradece.  

Profrª Kelly assinando a  Petição Desmatamento Zero
Durante o encontro foi possível responder algumas perguntas e sanar algumas dúvidas sobre aquecimento global, energias limpas e sustentabilidade. O tema mais debatido foi a reciclagem. Alguns alunos questionaram o voluntário sobre a importância da reciclagem e qual o papel desempenhado pelos pessoas que vivem economicamente desta atividade na sociedade de consumo. O debate foi quente... 

Após a palestra, alunos, professores e membros da direção da escola foram convocados pelo voluntário a assinarem a Petição do Desmatamento Zero. Ato este, diga-se, prontamente aceito por todos. Muitas assinaturas foram obtidas no Colégio Estadual Ruben Berta. 
   
Material doado ao Colégio E. Ruben Berta

Para finalizar o encontro, a Vice-Diretora Ivalcir recebeu, para o acervo da biblioteca da escola, materiais gráficos sobre campanhas e relatórios do Greenpeace. 

Estas palestras são um trabalho gratificante a quem a faz na medida em que é possível conscientizar as pessoas da necessidade de atitudes mais sustentáveis e de práticas ecologicamente corretas no dia a dia.  

Também é importante para quem assiste porque toma ciência destas questões implicando, com certeza, novas atitudes e comportamentos na defesa do meio ambiente.  






Galeria de Fotos da Palestra no Colégio Estadual Ruben Berta 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dica: sacos de papel para substituir o lixinho plástico

Aprenda a fazer saquinhos de lixo feitos de jornal que substituem as sacolas plásticas





Dica da Claudia Tombolato e Lú Cochrane ensinando como criar um saquinho de jornal para substituir o uso de sacolinhas plásticas para armazenamento de lixo.

A idéia original é da Juliana Valentini . Algumas dicas que ela dá de como evitar o uso do saquinho:
Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana você pode usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa;
Se o lixo é limpo, como de escritório (papel, pedaços de durex, etc) pode ir direto para a lixeira sem proteção;
No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (papel higiênico, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Aprenda como fazer abaixo
O saquinho de jornal tem inspiração no origami e cabe perfeitamente nos lixinhos convencionais, ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer só leva 20 segundos para montá-lo.
Aprendendo a fazer:

1) Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

2) Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.


3) Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.



4) Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.
5)Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
6) Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
7) Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
8)Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
9) É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
10 ) Pronto!
Uma alternativa criativa que você pode fazer em casa =)
Via: http://de-verde-casa.blogspot.com/2009/12/saquinho-de-jornal.html

Barcos antigos são reutilizados e se transformam em abrigos


de Guilherme Augusti Negri


Pescadores de uma pequena ilha da Inglaterra reutilizaram antigos barcos de uma maneira bastante inteligente.
Eles retiraram os barcos da água e os colocaram na terra de ponta cabeça, como a madeira é extremamente forte e resistente a água ele se torna um perfeito galpão para armanezamento de produtos e como um abrigo.


Bacana demais né?
Fonte: Coletivo Verde e Rose'space
Fotos: Kevin Wakela / jones-y-gog


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Catadores do Cairo usam lixo para conseguir luz e água quente


Eles vivem com menos de um dólar por dia, não têm emprego nem comida e às vezes sequer água ou eletricidade e, no entanto, construíram em seus tetos tecnologia sustentável de primeira qualidade com a única coisa que têm de sobra: o lixo.

Alguns moradores da comunidade de Zabbaleen (catadores de lixo, em árabe) construíram aquecedores solares com materiais recicláveis que proporcionam a eles água limpa e quente.
Assim, para os habitantes deste bairro, tornou-se coisa do passado aquecer água na estufa ou com querosene, que anualmente causam a morte de 30 pessoas por acidentes.


Moradores da comunidade de Zabbaleen construíram aquecedores solares com materiais recicláveis
Moradores da comunidade de Zabbaleen construíram aquecedores solares com materiais recicláveis

-Amel Pain/Efe
 
 
O autor intelectual –e principal executor– dessa ideia é o cientista americano Thomas Culhane, apaixonado pela criação de cidades sustentáveis, que se mudou para a favela do Cairo há quatro anos para iniciar o projeto.
A missão de sua ONG, Solar Cities, se limita a diminuir as despesas em energia e resíduos nas áreas dos lares que mais os produzem– banheiros e cozinhas.
 
A tecnologia é tão simples que até “uma criança de dois anos pode fazê-lo. Com a ajuda do pai, claro”, ressalta Culhane, enquanto olha a foto de seu filho com uma chave de fenda na mão.

As 17 placas solares já instaladas no bairro, construídas com canos de ferro e chapas de alumínio de latas recicladas, aquecem a água que percorre os canos e a enviam a um tanque conectado com mangueiras e válvulas, também extraídas do lixo.
 
Um efeito de sifão faz com que a água quente se acumule no alto do tanque e que a água fria saia por baixo para entrar novamente no coletor solar.
 
“Não é uma tecnologia que veio de mim, mas saiu da própria comunidade. Carpinteiros, encanadores, eletricistas, soldadores e artesãos. Todos cooperaram com ideias”, explica o físico.
 
O benefício é que, com um só dia de “bom sol” –coisa que não falta no Cairo ao longo do ano–, uma família pode ter 200 litros de água quente sem gastar um só centavo.
 
ENTRE MONTANHAS DE LIXO 

O projeto na comunidade de Zabbaleen, onde vivem cerca de 50 mil pessoas entre montanhas de lixo, não termina por aí, já que em alguns lares também foram construídos sistemas que permitem obter gás a partir da decomposição dos resíduos orgânicos.

“O maior problema das cidades é o lixo orgânico”, ressalta Culhane. No entanto, segundo ele, com esses biodigestores, os resíduos desaparecem, “evitando odores, doenças e ratos”.
 
“É ótimo que as pessoas falem da mudança climática e de controlar seus efeitos, mas com isso nós estamos salvando vidas”, argumenta Culhane, ao dar o exemplo de seu principal colaborador, Hanna Fathy, cuja sobrinha de um ano de idade foi devorada pelos ratos.
 
A casa de Fathy, um egípcio de 27, localizada na comunidade Zabbaleen, na zona de Manshiyat Nasser, pode ser comparada aos lares sustentáveis dos países mais desenvolvidos.
 
Com seu sistema de aquecedores solares, a família tem água quente todos os dias. O biodigestor proporciona uma hora de gás ou 45 minutos de eletricidade. Além disso, a família se dá o luxo de ouvir música na rádio.
 
“Gosto de mostrar às pessoas todos os benefícios que o sol pode nos dar com uma tecnologia barata que eles mesmos podem construir”, afirma Fathy, que vive dos chamados “tours solares”, oferecido pela Solar Cities em seu site.
 
Para Culhane, o Egito tem “os profissionais, os recursos e a criatividade” para resolver suas principais necessidades. “Só é preciso que comecemos a mudar de mentalidade.”
 
E ele promove essa mudança de uma maneira mais que original. Com seu violão solar e suas próprias composições, Culhane faz os Zabbaleen cantarem músicas pegajosas: “É hora de mudar o biogás!”

Fonte: Folha.com



Deixe o que não te serve na calçada..


A iniciativa aconteceu no dia 25 de setembro nos Estados Unidos. Nesta ocasião, uma série de objetos ficaram disponíveis, gratuitamente, pelas calçadas de várias casas em todo o país. Foi o “Give Your Stuff Away Day” (ou, Dia de Doar Suas Coisas, em tradução livre).

Mike Morone, idealizador da iniciativa, quer que isso ocorra no mundo todo, duas vezes por ano, com o propósito de ajudar pessoas que não possuem coisas básicas para sua sobrevivência e bem-estar, reduzir a quantidade de lixo e, até mesmo, diminuir a bagunça que temos em casa – quantas coisas você sabe que não vai mais usar e, mesmo assim, continuam em algum canto, desperdiçadas?

O plano foi que todos os americanos levassem suas coisas não mais desejadas, mas ainda com potencial de uso, para a calçada. Porém, para aderir a essa iniciativa, algumas regras precisam ser seguidas. Não vale levar: lixo, material ilegal, itens perigosos, comida, drogas, produtos químicos e armas.

Depois, é só participar da diversão, observando como alguns objetos que não têm a menor importância para algumas pessoas podem ter muito valor para outras e mesmo passeando pelas calçadas da vizinhança, garimpando peças de seu interesse.
Mesmo que você não esteja nos Estados Unidos, que tal combinar com as pessoas da sua rua, do seu bairro ou mesmo da sua cidade e fazer o mesmo? Apenas se lembre de avisar à prefeitura para evitar que alguma ação policial detenha a iniciativa. E se alguns objetos não forem pegos em até dois dias, tenha o cuidado de recolhê-los de volta, não vá deixá-los virar lixo fora do lugar.


*Give Your Stuff Away Day

fonte: Planeta Sustentável

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Garrafas pet se transformam em aquecedor solar

Autor: Silvia Zarbato
Tubarão: Como pode uma idéia contribuir para a redução da degradação meio ambiente, trazer benefícios sociais e ainda ajudar na economia do lar?
O comerciante de Tubarão José Alcino Alano, 54 anos, conseguiu juntar essas três características em um invento simples, mas revolucionário: um sistema de aquecimento solar de água feito com garrafas plásticas de refrigerante, o pet, e caixas de leite de um litro.
O esquema é mesmo dos aquecedores solares produzidos industrialmente, conhecido tecnicamente de sistema termo-sifão. A diferença está justamente do material utilizado. As garrafas, as caixas de leite e alguns metros de canos de PVC são utilizados para confeccionar o painel que serve para a aquecer a água. As caixinhas recortadas e os canos são pintados de preto fosco para absorverem a energia solar e a transformar em calor. As garrafas envolvem os canos por onde passa a água e mantém o calor através de efeito estufa. A água sai da caixa d’água em temperatura ambiente, passa lentamente pelo sistema, eleva a sua temperatura e volta para a caixa.
Após seis horas em média nesse ciclo constante, a água pode chegar a uma temperatura de até 38º Celsius no inverno sul-catarinense ou 50º no verão. “No inverno, como o frio é demais na nossa região, ás vezes ligamos o chuveiro elétrico com controle eletrônico no mínimo somente para dar aquecida a mais, pois o sistema já quebrou aquele gelo. Já no verão a água fica realmente quente e é preciso misturar com água fria para não se queimar”, conta seu José Alano, que usa o aquecedor de pet em sua casa desde outubro de 2002. “Resolvi elaborar esse projeto ao perceber o grande desperdício de plástico e de papel que promovemos ao jogarmos essas garrafas e caixas no lixo”, conta.
Na sua residência, o sistema abastece dois banheiros e custou um investimento total de R$ 83,00. Apesar de hoje estar precisando de uma ampliação, Zé Alano, como é mais conhecido, consegue economizar até 120 quilowatts de energia elétrica por mês.
O sonho do comerciante agora é ver o seu invento sendo utilizado em escolas, creches, entidades e pela comunidade em geral. “Nós registramos a patente não para desenvolver um processo industrial, mas justamente para evitar que outros não utilizem comercialmente a idéia”, ressalta. Para tanto, seu José tem buscado apoio de entidades para levar o seu projeto, que ainda não foi instalado em nenhum outro lugar, adiante. “Se você parar para pensar, vai perceber que, na verdade, não estou fazendo isso por caridade, afinal, reaproveitando o lixo, vou estar fazendo um mundo melhor para mim, para meus filhos para os meus netos”, diz empolgado. “Mas somente consegui chegar a esse resultado graças à ajuda da minha esposa, Lizete, e de meus filhos”.
Interessados em conhecer o projeto de seu José Alcino podem entrar em contato através do e-mail da família Alano walano@ibest.com.br.
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