Relatório da organização não-governamental Greenpeace, divulgado em SãoPaulo, aponta que apenas 0,8% dos mares brasileiros estão protegidos porleis de preservação. O resultado está abaixo da média mundial, de 1%, que,segundo a ONG, já é insuficiente para a recuperação da biodiversidade. Nodocumento, intitulado À Deriva - Um Panorama do Mar Brasileiro, o Greenpeacemostra ainda que, das espécies economicamente exploradas pela pesca nosmares do país, 80% estão ameaçadas. Por isso, o grupo quer regularizar aatividade pesqueira para garantir a continuação da sustentabilidadeeconômica do setor no futuro. Além disso, o estudo identifica outros trêstemas: impactos das mudanças climáticas, criação de áreas marinhasprotegidas e ausência de uma Política Nacional de Oceanos. Segundo aanalista ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Ana Paula Prates, épossível aumentar sensivelmente a proteção do mares do país nos próximosanos. De acordo com ela, a meta é de alcançar 10% dos mares protegidos em2012 ou 2015. Até lá...
Saiba tudo sobre a campanha do Greenpeace para preservação dos oceanos noendereço http://www.greenpeace.org.br/onda/
Fonte: ipanema.com.br
Paula Cardoso
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Turistas da Amazônia poderão compensar danos ambientais
Foi lançado no início do mês, no Amazonas, o primeiro projeto certificado de financiamento voltado à redução das emissões procedentes do desmatamento em nível nacional. O turista será convidado a pagar US$ 1, voluntariamente, por cada pernoite na Amazônia, em relação à energia elétrica que consumiu. Este valor financiará ações de defesa do meio ambiente. O acordo, previsto no Protocolo de Kyoto, foi fechado com uma grande rede de hotéis que vai fazer a proposta a seus hóspedes. Segundo o secretário-executivo da Fundação Amazônia Sustentável, Virgílio Viana, é estimado que, a cada noite em um hotel, uma pessoa joga na atmosfera 35 quilos de gás carbônico ao utilizarem luzes, aparelhos de ar condicionado e chuveiro elétrico. O valor doado pelos turistas seria uma maneira politicamente correta para compensar essa emissão.
Fonte: http://www.msn.com/
por Luana B. Nondillo
Estudiosos alertam sobre o ar poluído
Segundo a Universidade de São Paulo, todos os dias 12 pessoas morrem por causa do ar poluído da capital paulista. A camada de poluição chega a ser visível e acaba fazendo com que pessoas que possuem problemas respiratórios ou cardíacos sofram ainda mais.São gastos mais de 2 bilhões de reais por ano com mortes, internações hospitalares e afastamentos do trabalho decorrentes da poluição. Seria possível construir 15 km de metrô a cada ano com todo esse dinheiro consumido.O estudo também comprovou que o ar nos principais corredores de ônibus e avenidas, é 50% mais poluído do que na cidade de Pequim. Conforme especialistas, 40% dessa poluição é provocada pelo diesel com alto índice de enxofre.Um acordo estabelecido já há seis anos previa que até 2009 o país passaria a utilizar um diesel menos poluente, mas a Petrobrás e fabricantes de automóveis estão querendo adiar a execução desse acordo para o ano de 2010. Com esse adiamento, estima-se que só na capital paulista, cerca de três mil pessoas morram devido à poluição.
Fonte: TV Bandeirantes (12/08/08)
por Luana B. Nondillo
Lançado novo celular biodegradável feito de milho
Foi apresentado, na semana passada, o celular E200 ECO da Samsung, que tem como principal matéria-prima de sua estrutura, o milho. O telefone possui câmera com resolução 1,3 megapixel e MP3 player e vem embalado com material reciclado. Ao contrário de outros modelos já fabricados, toda a estrutura do aparelho é composta por plástico biodegradável.Quando descartado, possui técnicas que acabam com materiais nocivos ao meio ambiente, como o chumbo, mercúrio e cádmio.Desde 2006 a Samsung vem usando o bioplástico em celulares. Segundo a lista de eletrônicos “verdes” do Greenpeace, a Sony e Sony Ericsson são as fabricantes de eletrônicos que mais se preocupam com meio ambiente.
Fonte: Jornal O Sul
por Luana B. Nondillo
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Ação na Austrália faz pensar sobre o uso de energia solar...
No último dia 11, ativistas do Greenpeace escalaram uma chaminé da empresa australiana de energia Swanbank B. A medida foi tomada como forma de protesto, uma vez que a localização da indústria, a cidade de Queensland, tem enorme potencial solar. Se todas as casas da região passassem a utilizar esse tipo de energia, a indústria poderia seria desligada, o que faria um grande bem à população: a Swanbank B é responsável pela emissão de dois milhões de toneladas de carbono por ano, o mesmo que 300 mil carros poluem no mesmo período.
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